IV Semana Municipal de Controle e Combate da Leishmaniose Visceral é realizada em Caruaru

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A Prefeitura de Caruaru, por meio da Secretaria de Saúde, realiza, na próxima terça-feira (10), às 18h30, o painel que integra a programação da IV Semana Municipal de Controle e Combate da Leishmaniose Visceral de Caruaru. O evento contará com o Secretário de Saúde, Breno Feitoza, e a gerente geral de Vigilância em Saúde, Claudia Agra, como mediadores. Além deles, participarão o médico infectologista e professor do curso de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Diego Guedes; a médica veterinaria Adjanna Leite, especialista em Dermatologia e Parasitologia Veterinária; o médico veterinário e coordenador da Vigilância de Zoonoses do município de Caruaru, Gustavo Simões, e o médico veterinário e professor da Ufape, Rafael Ramos.

Assim como no ano passado, o evento será on-line, em função da pandemia causada pela Covid-19. Para participar, é só acessar o link https://meet.google.com/bwz-wxad-mci

Além do painel, a programação da IV Semana Municipal de Controle e Combate da Leishmaniose Visceral de Caruaru conta ainda com ações integradas, em parceria com a Secretaria de Serviços Públicos e Sustentabilidade, respeitando a abordagem de Saúde Única, que requer o trabalho em conjunto da saúde humana, animal e ambiental. Essas ações acontecem de 10 a 13 de agosto e fazem parte da Semana de Mobilização Social para Prevenção e Controle da Leishmaniose no município, instituída pela Lei nº 6.042, de 28 de maio de 2018, e sancionada pela prefeita Raquel Lyra.

Faz parte da programação uma série de ações de educação em saúde para prevenção de casos de leishmaniose em humanos e em animais, além de diagnóstico laboratorial em cães suspeitos para leishmaniose visceral canina. No dia 12, pela manhã, as ações serão realizadas no Bairro Nova Caruaru. No dia 13/08, também pela manhã, será a vez de Pau Santo.

A leishmaniose é uma doença infecciosa causada pelo parasita “Leishmania”. A transmissão acontece pela picada do mosquito flebótomo infectado, também conhecido como “mosquito palha”. O diagnóstico é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais e, assim como o tratamento com medicamentos, deve ser cuidadosamente acompanhado por profissionais de saúde.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a leishmaniose é a segunda doença causada por parasitas que mais mata no mundo, perdendo somente para a malária. Tem um alto percentual de morte, se não for diagnosticada e tratada a tempo.